As pessoas que acompanho contam sempre com a minha empatia, compaixão e escuta atenta, e com perguntas intencionais, muitas vezes profundas, que abrem espaço para as pessoas se descobrirem e verem as coisas de outra perspetiva. Ao conhecerem-se melhor, muitas ganham coragem para liderar as suas vidas de forma mais consciente e alinhada com os seus valores.
Não entrego fórmulas mágicas nem respostas prontas. Não sou adepta da positividade tóxica, nem de estratégias de marketing agressivas ou promessas milagrosas. Num mundo tão delicado como o do acompanhamento de pessoas, acredito que é importante manter valores éticos íntegros e responsáveis.
Se isto fizer sentido para si, vamos conversar.
Sou apaixonada pelas pessoas e tenho um carinho especial pelo autoconhecimento. Quem somos? O que nos querem dizer as nossas emoções e o que sentimos no corpo? Porque repetimos certos padrões? O que nos ajuda a obter as transformações que procuramos enquanto seres humanos? São perguntas que me acompanham há muitos anos e que continuo a explorar, com curiosidade, todos os dias.
Fui à procura de respostas por vários caminhos. Estudei e pratiquei várias abordagens e perspetivas: desde a neurociência, a meditação, a espiritualidade, a psicossomática e a experiência somática, e várias terapias alternativas além das convencionais. Passei pela visão sistémica e cheguei ao coaching. E foi aí que comecei a desenvolver a minha metodologia de trabalho. Hoje, o que mais me inspira é o trabalho do Master Coach Joe Hudson e o modelo Internal Family Systems (IFS), de Richard Schwartz, que nos mostra a forma como podemos amar e integrar cada parte de nós.
Além de todas as formações, certificações e estudos que fiz, e nos quais investo continuamente, a minha formação académica é em Engenharia Informática e de Computadores, pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa. Trabalhei 10 anos nessa área, como programadora, consultora e formadora. Desse caminho ficou-me o gosto por perceber como tudo funciona por dentro, por ensinar e partilhar o que aprendo. Nas sessões de coaching, junto esse meu lado analítico ao lado mais intuitivo.